Blog
CÂNCER: FASCÍOLAS? Ser ou não ser... eis a questão.
01.11.17
Pesquisa

CÂNCER: FASCÍOLAS? Ser ou não ser... eis a questão.

CÂNCER: FASCÍOLAS?   Ser ou não ser... Eis a questão.

"A cientista canadense Hulda Clark, Ph.D., N.D., bióloga especialista em biofísica e fisiologia celular, pesquisou durante 21 anos para o governo americano e resolveu prosseguir sozinha. Tem seu próprio laboratório e atende pacientes de câncer, afirmando que já obteve a reversão de centenas de casos. Ela diz que cem por cento de todos os portadores de câncer têm Fasciolopsis buski, a fascíola intestinal humana, só que no fígado em vez do habitat natural, o intestino. Segundo ela, esse deslocamento anômalo e fatal é possível graças à presença de poluentes químicos no organismo e à debilidade do sistema imunológico. E sustenta que basta acabar com a fascíola para acabar com o câncer.

As notícias do trabalho da dra. Clark estão em www.drhuldaclark.org e www.drhuldaclark.com, bem como a venda de livros e os tratamentos.

Ela diz que os ovos da fascíola entram na corrente sanguínea por minúsculos machucados na parede intestinal, causados pelos mecanismos de fixação do verme adulto, e chegam ao fígado já convertidos em miracídios, que normalmente seriam engolidos pelas células macrófagas. O desastre acontece quando, por alguma razão, a pessoa tem álcool isopropil circulando; ele neutraliza a capacidade protetora do fígado, os miracídios se instalam e produzem rédias com alto poder de multiplicação espontânea – 40 novas rédias por cabeça, que também podem se deslocar para outros tecidos imunologicamente debilitados, como o pulmão dos fumantes, por exemplo, ou o colo do útero ferido. Depois de algum tempo, essas rédias se transformam em cercárias; constroem um cisto em torno de si mesmas e ali viveriam fechadas para sempre, não fosse pela presença no organismo de solventes, como benzeno, que dissolvem o cisto. Pronto: a fascíola está livre para comer nossos tecidos, crescer, casar e ter muitos filhinhos.

O problema, porém, não fica aí. Essa multiplicação dentro do organismo põe em circulação um agente químico, a ortofosfotirosina, que só a Fasciolopsis buski produz. Trata-se de um fator de crescimento que o verme fabrica para si mesmo nos estágios iniciais, mas que serve igualmente para multiplicar as células cancerosas. E, segundo a dra. Clark, esse fator é amplamente reconhecido como sinal de atividade do tumor.

Em suas pesquisas, ela detectou a presença anormal de álcool isopropil no fígado e/ou intestino em 100% dos casos de câncer (mais de 500 casos), com fascíolas se desenvolvendo em vários órgãos e neles produzindo tumores, e também encontrou o solvente benzeno associado com 100% de casos de HIV (mais de 100 casos), com fascíolas intestinais se desenvolvendo no timo. Encontrou ainda aflatoxina B, produzida por fungos, e reconhecidamente cancerígena, na maioria dos pacientes.

Esta cientista está convencida de que nós, humanos, só temos dois problemas de saúde: parasitas e poluição. Diz que a fascíola, quando se instala nas paredes do útero, provoca cólicas e sangramento menstrual fora de época; se sair, pode levar pedaços do endométrio para a cavidade abdominal e gerar endometriose. Nos rins causa lúpus e mal de Hodgkin. Se completar seu ciclo no cérebro, causa mal de Alzheimer e esclerose múltipla. Se for no pâncreas, dá diabete. No timo, vai produzir baixa imunidade e favorecer a ação dos vírus da aids. Se invadir os músculos causa distrofias. No intestino é responsável pelo mal de Crohn, e o sarcoma de Kaposi também seria obra dela.

A dra. Clark tem uma idéia surpreendente sobre as pedras da vesícula: que elas se formam em torno de parasitas do sistema hepático, mortos e já apinhados de bactérias. Essas figurinhas carimbadas não aparecem nos raios-x e ultra-sons porque, em sua maioria, não são calcificadas. Vão entupindo os dutos biliares, impedem a bile de fluir, e isso faz aumentar o nível de colesterol no sangue. Em seu livro The cure of all diseases ela mostra fotos dessas pedras que lembram a forma das fascíolas.

Sobre câncer, o cenário que a dra. Clark desenha não é menos dramático: como o tecido invadido pela fascíola não recupera mais sua imunidade, vira albergue para todo tipo de parasitas e o tumor canceroso é um foco de vermes, bactérias, fungos e vírus, cheio de toxinas, álcool isopropil, fréon, metais pesados como cobre, mercúrio e níquel, venenos como arsênico e componentes de agrotóxicos e pesticidas. E os cistos de seios e ovários, diz ela, são cheios de micélios, a forma avançada dos fungos.

Muito enfática em suas afirmações, a dra. Clark deixa de lado o rigor científico quando divulga seus achados, o que cria uma enorme margem de dúvidas quanto à seriedade do seu trabalho; mas nunca foi contestada oficialmente e divulga aos quatro ventos sua fórmula para acabar com vermes, que está no capítulo sobre tratamentos.

Mas acentua que, depois da limpeza, o mais importante é recuperar a imunidade, banindo da alimentação fontes de álcool isopropil como bebidas gaseificadas, café descafeinado, sucos de fruta engarrafados e açúcar branco. Esse álcool é muito presente em cosméticos, xampus e outros produtos para cabelo; ela diz para bani-los e não usar nada que tenha "propil" no meio.

Há nos Estados Unidos uma crescente mania de limpeza intestinal através de colonics, lavagens intestinais em que água e outros produtos penetram profundamente no cólon. Síndrome de um país onde a prisão de ventre se tornou regra. Pessoas que trabalham com isso dão testemunho de uma enormidade de vermes intestinais saindo da maioria dos clientes, todos adultos, urbanos, de primeiro mundo e sem sintomas claros de verminose, mas cheios de problemas de saúde.

Diz o parasitologista americano Geoffrey Lapage, em seu livro Animals parasitic in man: "Não há parte do corpo humano, bem como de outro hospedeiro qualquer, que não seja visitada por algum tipo de animal parasitário em algum momento de sua história de vida." "

 

Fonte daqui: http://correcotia.com/vermes/pesquisa/capitulo13.htm

 

Material de pesquisa

Helba Otoni

www.helbaotoni.com.br

@helbaotoni

Comente essa publicação